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CGADB Diz Que Renúncia de Silas Malafaia Não Está no Estatuto


O secretário adjunto da Convenção Geral das Assembléias de Deus (CGADB), pastor Ciro Melo, disse que uma convenção jurídica avaliará até a próxima semana qual caminho deverá tomar sobre a renúncia do pastor Silas Malafaia (foto) anunciada no último sábado, dia 15, em seu programa na Band.

De acordo com Ciro, a ação não está prevista em estatuto que deverá discutir o melhor caminho para suprir a vaga antes assumida por Malafaia. Insatisfeito, o pastor carioca abriu mão do cargo, após receber mais de seis mil votos.

Na TV, Silas argumentou que a partir de agora seguiria sua visão e que a CGADB é não é uma convenção de igrejas e sim de pastores. “Para ser assembléia de Deus não precisa estar ligado à convenção nenhuma. Há coisas que a gente não programa, eu nunca achei que seria pastor de igreja”, frisou.

O pastor Mello esclareceu ainda que Silas, apesar do anúncio na TV, ainda não apresentou documentos de renúncia e que a entidade não emitirá comunicado oficial sobre o desligamento de pastor da Igreja AD Vitória em Cristo.

- Entenda a decisão do Silas Malafaia:
O pastor Silas Malafaia anunciou neste sábado, dia 15, em seu programa de televisão, na Band, a sua renúncia ao cargo de primeiro vice-presidente e o seu desligamento da Convenção Geral das Assembleias de Deus (CGADB). Malafaia disse que não se desligou da denominação e seguirá visão divina.

Silas não entrou em detalhes sobre real motivo do desligamento. Durante o papo lembrou que CGADB é não é uma convenção de igrejas e sim de pastores. Em seu discurso citou o trabalho de CGADB e de outras convenções, inclusive os independentes. “Para ser assembleia de Deus não precisa estar ligado à convenção nenhuma. Há coisas que a gente não programa, eu nunca achei que seria pastor de igreja”, frisou.

Após anunciar sua renúncia ele disse que não se desligou da Assembleia de Deus e ressaltou seu passado e tradicionalismo na denominação. “É uma decisão pessoal. Eu tenho uma visão que Deus tem me dado. Eu não vou abrir mão desta visão”, exclamou.

O pastor da Assembleia de Deus da Penha, no Rio, citou sua convicção com crescimento com Assembleia Deus, disse que quer paz. “Não estou pedindo para ninguém fazer o que eu estou fazendo. Siga, obedeça, seu pastor. Deus é minha defesa e o tempo vai mostrar o porque da minha decisão. Eu não sou pastor da AD por conta da CGADB. Foi Deus que me chamou”, disse.

Ele agradeceu os mais de seis mil votos na eleição da CGADB e aconselhou os pastores evitarem rachas. “ Estou há 33 anos honrando meu pastor. Podia ter aberto igreja, mas eu obedeci a Deus e submeti ao homem”, conclui.

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